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Marcello Grassmann - Sem Título

Gravura 53x78 cm. Assinada no canto inferior direito.

Marcello Grassmann

(São Simão, interior de São Paulo, 1925/2012) foi um desenhista e gravador brasileiro.

Pretendeu de início ser escultor, cursando entalhe em madeira na Escola Técnica Getúlio Vargas. Passou em seguida para a xilogravura e foi nesse novo rumo que se realizou, conquistando em 1955, na III Bienal de São Paulo, o premio de Melhor Gravador Nacional.

Foi influenciado pelo gravador austríaco Alfred Kubin e pelos gravadores brasileiros Oswaldo Goeldi-este premiado na I Bienal de S.Paulo e Livio Abramo-premiado na II Bienal. Sofreu influência do expressionismo alemão mas sua personalidade forte cunhou nitidamente um estilo próprio.

Recebeu no I Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro o prêmio de uma viagem à Europa com bolsa. Aperfeiçoou-se no Velho Continente de 1953 a 1955. Desde seu retorno, passou a preferir a gravura em metal e a litogravura, deixando de lado a xilogravura. Dedicou-se também ao magistério dando cursos em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Entre outros prêmios importantes, recebeu em 1959 o de Melhor Desenhista na I Bienal de Artistas Jovens de Paris (Manabu Mabe recebeu o de melhor pintor na mesma ocasiâo), o Premio de Arte Sacra na XXXI Bienal de Veneza (1958) com uma litografia dos três reis magos (Karl Schmidt-Rottluff recebeu o de pintura na mesma Bienal) e em Florença a Medalha de Ouro na III Bienal Internacional de Artes Gráficas (1972).

Artista internacionalmente renomado, Grassmann mantém obras nos acervos dos principais museus do Brasil e do Exterior. A Pinacoteca do Estado de S.Paulo possui uma importante coleção de obras anteriores a 1971. Ele destaca-se por ser um dos mais premiados desenhistas brasileiros na história da Arte Moderna.`Participou de mais de 300 exposições.

Suas obras fazem parte do acervo do MoMA de Nova York, da Bibliothèque Nationale de Paris, do Museum of Fine Arts de Dallas. No Brasil, além da Pinacoteca do Estado, podem ser vistas na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, no Instituto Moreira Salles em Poços de Caldas, no MAM-Museu de Arte Moderna e no MAC-Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, no Museu de Belas Artes no Rio de Janeiro, no Itamaraty e no Museu Oscar Niemayer de Curitiba.

Famoso principalmente por suas gravuras, Marcelo Grassmann encontrou também nos desenhos uma forma de mostrar seu grande talento.

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Parcele em até 10 x no Cartão

Todas as obras do Arterestauro.br podem ser parceladas no cartão de crédito em até 10 vezes. O frete já está incluso para todo o Brasil.

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Marcello Grassmann

(São Simão, interior de São Paulo, 1925/2012) foi um desenhista e gravador brasileiro.

Pretendeu de início ser escultor, cursando entalhe em madeira na Escola Técnica Getúlio Vargas. Passou em seguida para a xilogravura e foi nesse novo rumo que se realizou, conquistando em 1955, na III Bienal de São Paulo, o premio de Melhor Gravador Nacional.

Foi influenciado pelo gravador austríaco Alfred Kubin e pelos gravadores brasileiros Oswaldo Goeldi-este premiado na I Bienal de S.Paulo e Livio Abramo-premiado na II Bienal. Sofreu influência do expressionismo alemão mas sua personalidade forte cunhou nitidamente um estilo próprio.

Recebeu no I Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro o prêmio de uma viagem à Europa com bolsa. Aperfeiçoou-se no Velho Continente de 1953 a 1955. Desde seu retorno, passou a preferir a gravura em metal e a litogravura, deixando de lado a xilogravura. Dedicou-se também ao magistério dando cursos em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Entre outros prêmios importantes, recebeu em 1959 o de Melhor Desenhista na I Bienal de Artistas Jovens de Paris (Manabu Mabe recebeu o de melhor pintor na mesma ocasiâo), o Premio de Arte Sacra na XXXI Bienal de Veneza (1958) com uma litografia dos três reis magos (Karl Schmidt-Rottluff recebeu o de pintura na mesma Bienal) e em Florença a Medalha de Ouro na III Bienal Internacional de Artes Gráficas (1972).

Artista internacionalmente renomado, Grassmann mantém obras nos acervos dos principais museus do Brasil e do Exterior. A Pinacoteca do Estado de S.Paulo possui uma importante coleção de obras anteriores a 1971. Ele destaca-se por ser um dos mais premiados desenhistas brasileiros na história da Arte Moderna.`Participou de mais de 300 exposições.

Suas obras fazem parte do acervo do MoMA de Nova York, da Bibliothèque Nationale de Paris, do Museum of Fine Arts de Dallas. No Brasil, além da Pinacoteca do Estado, podem ser vistas na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, no Instituto Moreira Salles em Poços de Caldas, no MAM-Museu de Arte Moderna e no MAC-Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, no Museu de Belas Artes no Rio de Janeiro, no Itamaraty e no Museu Oscar Niemayer de Curitiba.

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